Propõe-se a utilização da Linguagem Cidadã de Processos, descrita por Carvalho (2015) e que busca mesclar os benefícios da representação diagramática dos processos de negócios com a facilidade da interpretação da linguagem natural. Além disso, lança-se a possibilidade de acrescentar à metodologia o uso das diretrizes de Linguagem Simples (Plain Language), movimento que compreende um conjunto de práticas que têm por objetivo fazer com que os textos sejam mais fáceis de ler e, consequentemente, mais fáceis de entender (FISCHER, 2017).